O que é
A Iterabase dá a uma equipa de operações um conjunto de colaboradores de IA que fazem trabalho real nos sistemas reais da empresa (email, documentos, portais web, pastas partilhadas e bases de dados), enquanto as pessoas confirmam cada ação com consequências. Cada cliente tem o seu próprio ambiente dedicado, com modelos alojados na UE, retenção zero de dados e um registo completo de auditoria.
A Iterabase constrói consigo os primeiros processos; depois, os seus administradores podem criar novos colaboradores pedindo à Sofia. Um colaborador lê o email que chega, desmonta os documentos, consulta portais e sistemas internos, prepara o resultado e pede a uma pessoa que confirme antes de qualquer coisa sair. A Sofia, o seu braço direito, está ao lado da equipa na aplicação e no Microsoft Teams.
Dois processos de referência mostram o que isto significa na prática:
- Do comprovativo de entrega à fatura. Um comprovativo de entrega recebido por email é associado a uma fatura na pasta partilhada do cliente, verificado com dados do ERP em modo de leitura e carregado no portal do transportador.
- Do pedido de cotação à cotação enviada. Um pedido por email com PDFs digitalizados gera pedidos de preço a APIs de transportadores, portais web e fornecedores por email; as respostas são reunidas, as regras de margem aplicadas, uma pessoa aprova e a cotação é enviada.
Visão geral
O trabalho chega
O seu ambiente dedicado
Os colaboradores atuam em
Funcionalidades
Colaboradores e processos
| Capacidade | Como funciona |
|---|---|
| Configurado para si | Cada cliente tem a sua configuração: processos, ferramentas, Skills, credenciais, identidades dos colaboradores, caixas de correio e referências de valor. As ferramentas de integração comuns vêm versionadas em cada versão da plataforma. |
| Esperar respostas | Um processo pode enviar vários pedidos (por exemplo, três pedidos de preço a fornecedores) e esperar por todas ou por uma das respostas até um prazo, continuando depois a mesma execução. Nada fica ocupado enquanto espera. |
| Passos em paralelo | Ramos independentes correm lado a lado e juntam-se quando todos terminam; se um ramo obrigatório falhar, a execução para logo. |
| Estado verdadeiro | O trabalho aparece como A trabalhar, A aguardar, Em pausa, Precisa de si, Falhou ou Concluído. As pausas (fim do período de teste, falha do fornecedor do modelo, runner desligado) retomam sozinhas. |
| Recuperação segura | Um passo interrompido só é repetido se não tiver escrito nada; caso contrário, a tarefa para até uma pessoa a reiniciar. O reinício retoma a partir de pontos de controlo declarados. |
| Verificação final | Pós-condições opcionais verificam o resultado de um passo com a sua evidência antes de o dar como concluído. |
Volta a A trabalhar sozinha, ou quando alguém age
Para até uma pessoa decidir
As pessoas decidem
- Confirmar antes de agir. Cada envio ou submissão é confirmado por uma pessoa sobre o conteúdo exato, ou pré-aprovado apenas para uma lista declarada de destinatários. Tudo o resto volta à confirmação.
- Precisa de si. Uma só lista, de todo o trabalho, com o que espera por uma pessoa: confirmações, perguntas, logins em portais e emails retidos. Cada entrada abre a sua tarefa.
- Sem repetições silenciosas. Um envio com resultado incerto fica marcado como "resultado incerto" e nunca é reenviado automaticamente.
- Atribuição completa. Cada ação regista quem a iniciou, que colaborador agiu e por que canal (browser, API, Chat, Teams).

Email (Microsoft 365 e Google Workspace)
- Receção por webhooks do fornecedor e recuperação incremental, para que nenhuma mensagem se perca depois de uma paragem; consulta periódica só onde não há endpoint público.
- Encaminhamento: as respostas são primeiro associadas ao seu trabalho (pela conversa, depois por um código no assunto, com verificação do domínio do remetente); o email novo segue a regra de início do processo; duplicados dão uma só tarefa.
- Respostas ambíguas ou de outro domínio ficam retidas para uma pessoa. Respostas tardias ficam como evidência.
- Nunca responde automaticamente. O email de saída só passa por passos de envio confirmados ou pré-aprovados.
Documentos
- Um só caminho de quarentena para cada ficheiro, seja qual for a origem: carregamento, email, runner ou ferramenta.
- Análise antivírus (ClamAV) e depois extração de texto e OCR (Apache Tika, Tesseract) como leitura de referência de cada documento.
- Emails anexados (.eml, .msg) são abertos; o corpo é convertido em texto limpo.
- Manuscritos e carimbos: os colaboradores podem ler imagens das páginas com um modelo de visão quando o OCR não chega.
Portais web
- Browsers geridos deixam os colaboradores navegar e ler portais livremente; o próprio browser bloqueia submissões e carregamentos fora das páginas de login.
- Ações com consequências só correm por ferramentas guiadas de cada portal, com as mesmas regras de confirmação ou pré-aprovação do email.
- Logins automáticos com credenciais guardadas e TOTP; as sessões são reutilizadas por conta.
- Login assistido: quando um portal pede um código por SMS ou semelhante, um operador autorizado conclui-o numa vista ao vivo do browser dentro da aplicação. Nada do que escreve é gravado, e entrar na conta errada é recusado.
Dentro da sua rede
- Runner: um serviço Windows assinado (também para Linux) que só faz ligações de saída, com TLS mútuo. É registado em Definições, Runners; parar o serviço corta tudo.
- Pastas partilhadas: leitura só dentro das pastas declaradas.
- Bases de dados e ERP: consultas SQL declaradas, parametrizadas e só de leitura; nunca SQL livre.
- As credenciais ficam na plataforma e são enviadas a cada pedido, nunca guardadas no runner.
- Portais só internos: o mesmo browser gerido pode correr no runner, mantendo as sessões dentro da rede.
A sua rede
O seu ambiente Iterabase
Nenhuma porta aberta para a sua rede. Se o runner desligar, o trabalho pausa e retoma quando voltar.
Aplicações de desktop Em breve
Alguns sistemas, como o PHC ou o SAP GUI, não têm uma API prática. O runner trabalha com eles como uma pessoa faria, numa máquina reservada para isso.
Máquina dedicada à automação, na sua rede
VM ou sessão remota, nunca o PC de um colaborador. Indicador no ecrã, registo local de auditoria, sem direitos de administrador.
- Só máquinas dedicadas. A automação corre numa VM com início de sessão automático ou numa sessão remota na sua rede, nunca no PC de um colaborador.
- Uma capacidade do runner, não um segundo agente. O raciocínio fica no seu ambiente Iterabase. O colaborador observa através de capturas de ecrã e da árvore de interface da aplicação, lidas com o modelo de visão.
- As interfaces da própria aplicação, quando existem: Windows UI Automation, SAP GUI Scripting e COM.
- O mesmo modelo de segurança dos browsers. Ler e navegar é livre. Escritas, como lançar um documento ou gravar um registo, só passam por ações guiadas de cada aplicação, declaradas como escritas e confirmadas ou pré-aprovadas.
- Visível e fácil de parar. Um indicador no ecrã mostra quando a automação tem o controlo, cada ação fica num registo local de auditoria, e parar o serviço do runner corta tudo.
- Privilégio mínimo. A conta do runner não tem direitos de administrador do domínio nem direitos locais amplos, corre uma sessão por máquina, e os segredos nunca chegam ao modelo nem à evidência.
Sofia, o seu braço direito
- Uma conversa privada e contínua por pessoa, com uma persona a que o administrador dá nome.
- Consulta com as permissões da própria pessoa, nunca mais do que isso.
- Memória visível: a pessoa vê o que a Sofia guarda e pode editar ou apagar.
- Inicia processos (com confirmação) e tarefas pontuais, acompanhadas como qualquer outro trabalho. Delega pesquisa a colaboradores auxiliares só de leitura.
- Até 6 anexos por mensagem, mais referências a tarefas, processos e documentos.
Criar colaboradores pedindo à Sofia Em breve
Os administradores podem descrever um novo trabalho à Sofia e receber um colaborador pronto, feito com as mesmas peças que a equipa da Iterabase usa.
Feito com as mesmas peças de qualquer colaborador
- Explique como a alguém novo na equipa. Descreva o trabalho por palavras simples, com alguns exemplos reais. A Sofia pergunta o que precisa de saber.
- Um processo legível. A Sofia prepara o gatilho (caixa de correio, chat ou API), os passos, ramos em paralelo, esperas por respostas e prazos, e os pontos de controlo de onde um reinício retoma.
- Ferramentas da biblioteca. Os passos usam as ferramentas de integração da versão e as ligações já configuradas: email, documentos, portais, o runner. Um trabalho que precise de uma ligação que ainda não existe é assinalado, nunca improvisado.
- As suas regras como Skills. Margens, tom, limites e exceções tornam-se instruções escritas que o colaborador segue, visíveis na proposta.
- As credenciais só se escrevem. A proposta declara as credenciais de que precisa; um administrador preenche-as em Definições. A Sofia nunca vê os valores.
- Consequências declaradas à partida. Cada envio ou submissão é marcado como escrita e, por omissão, exige confirmação, ou é pré-aprovado só para os destinatários que indicar.
- Aprova, e só depois corre. Nada corre até um administrador aprovar a proposta. Cada alteração é uma nova versão que revê, e a anterior fica guardada.
Microsoft Teams
- Cada colaborador e a Sofia são aplicações próprias do Teams, geradas para o cliente e instaladas pelo seu administrador do Teams.
- Os utilizadores são ligados automaticamente pelo início de sessão único do Microsoft Entra.
- Os colaboradores avisam e recebem respostas; os cartões de confirmação mostram o conteúdo exato que está a ser aprovado.
- Uma mensagem direta à Sofia é a mesma conversa que na aplicação.

A aplicação
- Hoje, Trabalho, Equipa, Sofia e Relatórios, em inglês e português europeu, utilizável no telemóvel.
- Tempo devolvido: as horas poupadas são estimadas a partir das execuções bem-sucedidas × uma referência por processo, visíveis para todos; a vista detalhada de valor é só para administradores.
- Plano e utilização: os administradores veem o plano, os processos ativos e a utilização.


APIs
- API de trabalho com chaves pessoais e de automação, com conjuntos fixos de permissões.
- API de inferência compatível com OpenAI para os sistemas do próprio cliente, com filtro de modelos e utilização medida.
Confiança, segurança e dados
Os seus dados ficam num ambiente que serve só a sua empresa, e só saem para pedidos aos modelos que nunca são guardados.
| Área | O que fazemos |
|---|---|
| Isolamento | Um ambiente dedicado por cliente. Sem bases de dados nem processos partilhados. |
| Modelos de IA | Modelos alojados na UE com retenção zero de dados, por escrito; não guardam nada e nada é treinado com os seus dados. Com visão. As chaves dos fornecedores ficam centralizadas; o seu ambiente liga-se com a sua própria identidade TLS mútua. Chaves próprias e modelos locais ficam dentro do seu ambiente. |
| Acesso | Email e palavra-passe, ou início de sessão único com Microsoft Entra ID ou Google. Quem entra por SSO continua a precisar de um pedido de acesso aprovado; os administradores mantêm uma palavra-passe de emergência. |
| Funções | Administrador e Operador. A Sofia e cada colaborador consultam com a autoridade que lhes foi dada, nunca mais. |
| Segredos de integração | Introduzidos pelos administradores em campos declarados, guardados só para escrita e nunca mostrados, devolvidos ou registados. |
| Acesso de suporte | SSH através do AWS Systems Manager: sem portas abertas, e cada sessão é gravada. |
| Registos de utilização | Medidos e exportáveis sem qualquer conteúdo de mensagens ou documentos. |
| Cópias de segurança | Envio contínuo dos registos da base de dados, cópias diárias e espelho contínuo dos documentos; reposição a qualquer momento dos últimos 30 dias. As credenciais estão incluídas, cifradas com uma chave de recuperação (AWS KMS no alojado; guardada por si na instalação própria). Depois de uma reposição, o trabalho que já tinha escrito fica retido para revisão. |
| Saída | A remoção apaga todo o ambiente e prova-o com uma verificação de recursos. A mesma ferramenta de recuperação migra um ambiente alojado para instalação própria. |
Instalação e compra
A maioria dos clientes começa no alojado; a mesma versão pode correr no seu próprio hardware.
| Alojado | Instalação própria | |
|---|---|---|
| Onde corre | Um ambiente AWS dedicado, gerido por nós, com HTTPS público | Um servidor do cliente (x86) |
| Cópias de segurança | No nosso S3, cifradas com AWS KMS | No seu armazenamento compatível com S3, com a sua chave |
| Condições | Desde 790 €/mêsDesde 990 $/mês, faturação anual | Licença única, definida na chamada |
Como começar. Construímos o seu primeiro processo gratuitamente e pomo-lo a trabalhar num ambiente dedicado em menos de uma semana; depois, corre sobre o seu trabalho real durante sete dias. Se continuar, o trabalho em pausa retoma onde parou. Se parar, nada de novo começa, não paga nada e apagamos os seus dados.
Os planos crescem com a sua equipa. Dimensionamos o seu na chamada.